Hoje reestréia Lost, com um novo personagem:
abril 24, 2008O amor que choveu
abril 16, 2008Link para um texto que eu gosto muito.
http://blogdoantonioprata.blogspot.com/2007/12/o-amor-que-choveu.html
Locadoras, estudantes e DVDs
abril 15, 2008Ser estudante é, em geral, um atestado de pobreza. Gastos homéricos em Xerox, passagens, congressos, cervejas e canetas consomem todo e qualquer dinheiro que passe por nossas mãos, se for morar sozinho e bancar as próprias contas pior ainda.
Duas coisas despertam o pior do meu consumismo, DVDs e Livros. Com livros é mais consumismo do que sagacidade pelo conhecimento afinal dificilmente compro livros em sebos, já DVDs é outra história. Ultimamente tenho comprado DVDs em locadoras, as últimas compras (que somaram R$55) foram muito boas, entre elas Valentim, Borat e Menina de Ouro (este por meros R$9,90)! Isso faz com que peça para todos: cuidem mais dos DVDs locados, afinal eles podem acabar sendo seus (ou meus).
A dica ta dada, Procurem nas locadoras quais filmes estão à venda, em geral são baratíssimos.
Colchão de Pedra é selecionado no Studio Clio
abril 11, 2008O curta que montei (no iMovie) foi selecionado e será exibido dia 07/05/08.
A última sessão dos filmes que concorrem na mostra competitiva do Festival cinema & cidade – edição 2008 exibe Quase todos os dias… São Paulo (2008), de Alberto Bitar, 12min; Música livre (2007), de Richard Tavares, 7,39min; O tempero do mercado(2008), de Viviane Vedana e Rafael Devos, 20min;Colchão de pedra (2008), de Rafael Moreno de Araújo, 19,56min; Passagem suspensa (2007), de Felipe Diniz, 18min; Era uma quinta (2008), de Marcelo Gobatto, 8,44min; Certos olhares (2008), de Flávia Seligman, 34min, e A rede de bonja (2007), de Gutcha Ramil Magalhães, 29min. A projeção é seguida devotação pelo júri popular.
Criado em 2006 pela arquiteta e urbanista Jeniffer Cuty em parceria com o StudioClio, o Festival cinema & cidade visa a contribuir para a representação e a discussão sobre a cidade no cinema e se realiza anualmente no contexto do aniversário de Porto Alegre. A melhor abordagem cinematográfica sobre a temática urbana recebe o troféu Porto Alegre entre a lente e a retina, concebido pelo artista plástico André Venzon. A cerimônia de premiação acontece no dia 15 de maio, às 19h.
Mais informações: http://www.studioclio.com.br/atividadesDetalhes.php?id=798
UPDATE: é em maio
Zero Hora e a foto sem foco.
abril 10, 2008Na terça-feira a Zero Hora trazia uma foto impressionante na capa, a foto ilustrava esta matéria. Duvido que em situações ordinárias uma foto como esta, sem foco e mal composta, faria a capa do maior jornal do estado, mas eu duvido que alguma outra foto teria um impacto tão grande.
Tentando excluir a notícia e analisando a foto sozinha ela já é assustadora. A pose do homem nela e o fato de não podermos identificá-lo causa um grande desconforto, depois de saber do que se trata o tal desconforto aumenta: E se for meu vizinho? Meu marido? Meu professor? Como vou saber ao andar pelo centro se essa pessoa está por ali? Desde que voltei a morar em Porto Alegre ainda não presenciei um crime e estava “reclamando” disso com uns amigos porque isso me deixa mal acostumado, gera um falso conforto e sensação de segurança assim fazendo com que eu me torne relaxado com isso. Saio e esqueço janelas abertas, paro em sinaleiras sem deixar espaço para manobras e até baixo o vidro para falar com mendigos.
Meu sonho é morar em um lugar (que eu sei que existe) onde eu possa caminhar tranquilamente com minha câmera durante a noite, não precisa ser durante o meio da noite mas 22 horas me parece um horário justo.
Voltando para a fotografia hoje o moço desfocado e intimidador saiu novamente no jornal, foi capturado ontem, e com foco ele não é tão assustador, mas se eu o ver certamente vou atravessar a rua.

Escrito por Petry 





